Pastagens cultivadas garantem alimento para rebanho gaúcho

suffolk122A ocorrência de chuvas bem distribuídas e a elevação das temperaturas em muitos municípios do Rio Grande do Sul favoreceram o desenvolvimento das pastagens nativas, que naturalmente estão perdendo qualidade e quantidade de forragem. Por outro lado, as pastagens cultivadas de inverno estão em pleno desenvolvimento vegetativo, principalmente de aveia, azevém e trevos, sendo algumas em condições para sua utilização no pastoreio direto.

De acordo com o Informativo Conjuntural elaborado pela Emater/RS-Ascar, com a ocorrência de sucessivas geadas neste início de inverno, os produtores estão reduzindo a lotação animal, em função da menor oferta de forragem para os rebanhos.

Além disso, em algumas localidades, o excesso de umidade e a pouca luminosidade do período afetaram o desenvolvimento das pastagens cultivadas, situação agravada pelo pisoteio dos animais em solo muito úmido, obrigando a retirada dos animais.

Rebanho ovino
O rebanho ovino de cria está em plena fase de gestação e início do período de nascimentos dos cordeiros. Os produtores realizam as práticas de manejo pré-parto, como limpeza do úbere, em locais de parição, abrigados dos ventos e das baixas temperaturas.

Os rebanhos apresentam razoáveis condições nutricionais e sanitárias. Há restrição de alimentos para os animais mantidos exclusivamente em campos nativos, pois essas forrageiras, com as geadas, sofrem redução de quantidade e qualidade.

Devido ao excesso de umidade, a atenção dos produtores para as condições sanitárias dos rebanhos deve ser redobrada, especialmente para prevenir e controlar parasitas, verminoses e manqueira, inibida com a utilização de vermífugos específicos e realizando o casqueamento e pedilúvio (com solução à base de sulfato de cobre).

Com informações Emater/RS-Ascar

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